A Sexualidade Infantil

Os estágios da sexualidade infantil

Teorias sobre o desenvolvimento sexual podem ser largamente divididas em duas correntes: aquelas que tendem a dar ênfase à biologia inata (que pode ser incentivada ou inibida durante a infância) e aquelas que tendem a enfatizar a sexualidade como uma construção social (onde a sexualidade da criança será fortemente influenciada pela sociedade como um todo).

Principais Fases da Sexualidade Infantil

Fase Oral. A boca é a primeira zona erógena. A obstinada persistência do bebé em sugar é para Freud a prova que a criança procura na boca a sua satisfação libidinal.
Fase Anal-Sádica. O anus é a segunda zona erógena. Por volta dos 2-3 anos, os excrementos urinários e fecais tornam-se para a criança num "instrumento" de prazer, mas também pelos quais ela mostra a sua afeição, inclinação e agressividade.
Fase Fálica. Os orgãos genitais são a nova zona erógena. Entre os 3 e os 5/6 anos, criança manifesta-se interessada pelos orgãos sexuais e pela sua diferença entre os sexos. É nesta fase que se estabelece o célebre Complexo de Édipo.
Fase de Latência: Amnésia da sexualidade Infantil. Entre os 6 e os 12 anos.
Fase Genital: Reaviva-se o complexo de Édipo. Predomínio da genitalidade.Corresponde ao período da puberdade e adolescência.

As Relações Objetais
O tema relações objetais pressupõe, a priori, relação, muito embora seja freqüentemente reduzido ao termo em si mesmo. A conceituação de relações objetais é ampla e, segundo Greenberg e Mitchell (1994), o aspecto relacional deveria ser sempre considerado o maior foco das discussões.
Como foi dito na matéia anerior, As relações objetais, são aquelas que a criança tem na faze fálica. Quando os meninos procuram atribuir a idéia de pênis a qualquer objeto externo, seres vivos ou inanimados; e para as meninas, essas relações objetais edipianas são um pouco mais complexas, uma vez que elas vão mais além, que o menino ou seja: precisa ir em busca para encontrar o objeto de desejo. Muito embora não empregasse o temo, Jung faz uma abordagem na qual faz uso implícito das relações objetais. A opinião de Jung sobre a PSIQUE é caracterizada por (a) ênfase em relações entre vários componentes da psique; (b) relações entre aqueles componentes e o mundo externo; e (c) uma elaboração das implicações da tendência da psique em fragmentar-se, dividir-se, dissociar-se, personificar-se, e assim por diante.,,